Jornal divulga primeira foto de Quarteto Fantástico 2

O jornal "USA Today" publicou nesta quinta-feira a primeira imagem oficial de "Quarteto Fantástico 2" ("Fantastic Four: Rise of The Silver Surfer"). A seqüência de "Quarteto Fantástico" está prevista para estrear em 15 de junho de 2007 nos Estados Unidos --no Brasil, ainda não há data definida.

Na foto, Sue Storm (Garota Invisível, Jessica Alba), Reed Richards (Senhor Fantástico, Ioan Gruffud) e Johnny Storm (Tocha Humana, Chris Evans) aparecem ao lado do Fantasticarro, veículo voador. Só faltou mesmo O Coisa (Michael Chiklis).

 O designer do produto, Tim Flattery, classificou o carro como "amigável e gracioso", e explicou ter se inspirado em animais marinhos como a arraia.

No roteiro do filme, o Surfista causa pânico ao anunciar a vinda do vilão Galactus, o Devorador de Mundos. Assim, Reed, Sue, Johnny e Ben precisam desvendar o mistério da sua chegada e, ao mesmo tempo, combater seu inimigo mortal, o Doutor Destino. 

Folha Online

Transamérica

Numa grande interpretação, o ator desaparece sob a pele do personagem. Phillip Seymour Hoffman alcançou esse feito com sua versão do escritor americano Truman Capote em "Capote", e foi agraciado com o Oscar de melhor ator.

Felicity Huffman (da série Desperate Housewife), ao encarnar uma transsexual que, dias antes de fazer uma operação para mudar de sexo, descobre ser "pai" de um garoto de dezessete anos, também não deixa vestígios pessoais. Em "Transamérica" vemos apenas Bree (a personagem). Neste caso, a Academia (conservadora) preferiu dar a cobiçada estatueta para Reese Whiterspoon, no papel de June Carter em "Walk the Line", interpretação eficiente, porém ofuscada pela sobriedade de Felicity (vencedora do Globo de Ouro na categoria Atriz Dramática).

"Transamérica" centraliza sua história na relação entre Bree (Felicity) e este filho (Kevin Zegers), adolescente problemático que perdeu a mãe de forma trágica e que sofria abusos do padrasto mau-caráter. Bree surge para tirá-lo de uma enrascada (ele havia sido preso). Todavia, não se apresenta como "pai", mas como uma missionária cristã. O filme torna-se um road movie, onde temos a oportunidade de observar esta conturbada convivência, que poderá se complicar bem mais com a "revelação" proposta desde o início.

Dramaticamente, "Transamérica" envolve o seu público ao ressaltar o âmago de uma personagem (Bree) em crise com a sexualidade, agravada por uma notícia, até então, inesperada: a existência de um filho. Vimos em "Flores Partidas" uma outra vertente desse tema com Bill Murray interpretando um homem apático que descobre ser pai de um adolescente. Contudo, enquanto em "Flores Partidas" essa descoberta é vista como a "fuga" de uma vida entregue às moscas, em "Transamérica" acompanhamos o que este fato novo poderá vir a acarretar no íntimo de cada personagem. Belíssimo filme que respeita o aspecto humano.

Sundance 2007 terá dois filmes brasileiros

Os filmes "O Cheiro do Ralo", de Heitor Dhalia, e "Acidente", de Cao Guimarães e Pablo Lobato, foram escolhidos para a próxima edição do Festival de Sundance, principal vitrine da produção independente norte-americana, que acontece em janeiro. Melhor filme da última Mostra de Cinema de SP, "Cheiro" narra a história de um comerciante que vende objetos usados. Já o documentário "Acidente" é um passeio poético por 20 cidades mineiras.

Ilustrada

Festival de Brasília: Baixio das Bestas é consagrado o grande vencedor
No final, compensou a polêmica. "Baixio das Bestas", do diretor pernambucano Cláudio Assis, venceu na noite de terça seis prêmios no Festival de Brasília, inclusive o mais cobiçado, de melhor filme, no valor de 80 mil reais.

Desde o começo do festival, "Baixio das Bestas" era o filme mais esperado, porque já era conhecido o potencial de contestação deste diretor, que estreou em 2002 com "Amarelo Manga".

Nesta nova passagem por Brasília, Cláudio Assis levou, além do troféu Candango de melhor filme para o júri oficial, também os de melhor atriz (Mariah Teixeira), melhor ator (Irandhir Santos), melhor atriz coadjuvante (Dira Paes), melhor trilha sonora (para o músico Pupillo) e também o de melhor longa-metragem 35 mm para a crítica especializada.

A consagração de Cláudio Assis dividiu as reações da platéia do Teatro Cláudio Santoro, onde ocorreu a cerimônia de premiação. Houve aplausos, mas também fortes vaias.

REUTERS

O Som do Trovão

O Som do Trovão é um filme B com pretensão de classe A. Desses que nos joga uma trama "intrincada", com muitos efeitos gráficos e diálogos dos mais técnicos. Como se quisessem ser além do que são, uma mera jogada aventuresca. Primeiro, por se tratar de uma ficção científica há uma ou outra liberdade criativa. Num futuro indeterminado, viagens temporais são bem comuns. Ricaços entediados pagam elevadas quantias para voltarem ao passado e caçarem Tiranossauros Rex, Brontossauros e demais "sauros". Só pra passar o tempo mesmo. Um tipo de safari de luxo futurista no passado. Há regras, claro, que não podem ser quebradas. E que, nesse tipo de filme, indicam que serão quebradas. No caso, modificar algo do passado pode alterar o futuro.

Isso, óbvio, acontece. Um desses safaris dá errado e o presente começa a passar por algumas alterações. A primeira pergunta que vem a cabeça é, se o passado for modificado, instantaneamente, tudo deveria mudar. É lógico. Contudo, o diretor Peter Hyans logo coloca na fala de um dos personagens que, se for o caso, o futuro é alterado por camadas. Ondas temporais, ou coisa parecida. Essa tese, claro, é para não tirar o ritmo da história, pois, se tudo fosse modificado de vez, nada teria graça. E fimes como O Som do Trovão precisam ter alguma motivação para o pessoal sair correndo atrás.

O curioso são as modificações genéticas que passam a ocorrer. Animais dos mais estranhos surgem, enquanto a cientista, especialista no assunto, entoa: "os próximos seremos nós". A equipe que tenta resolver o problema sofre maus bocados e, de cara, sabemos quem vai sobreviver. Lembrando que se conseguirem resolver a peleja, tudo volta ao normal. De aventura de tarde de domingo, O Som do Trovão pega mal nos (d)efeitos especiais. Os cenários virtuais não enganam ninguém. Há uma dissonância clara entre os personagens e o que ocorre ao redor. Os monstros digitais parecem saídos de algum jogo de computador. Outros aparecem como maquetes mal-feitas, comprometendo a história. Como autêntico entertainment, O Som do Trovão parece minissérie de TV, ainda mais na conclusão, inofensiva que só ela.

Alta Tensão

Artificialmente, Alta Tensão, de Alexandre Aja, não oferece mais do que os velhos clichês das produções de terror. Referências explícitas a filmes como "O Massacre da Serra Elétrica", logo na cena inicial, "Wolf Creek - Viagem ao Inferno" e cenas manjadas (o milharal, o posto de gasolina) pululam na tela. Fora a tensão, muito bem construída pelo diretor, o restante mais parece propaganda nefasta, vista em qualquer produto do gênero. O que acaba tornando "Alta Tensão" um passatempo mórbido dos mais eficazes, não mais que isso.

Mas, eis que o cinema ainda pode nos surpreender. E isso é o que nos motiva a garimpar gemas e buscar novas maneiras de se enxergar a Sétima Arte. Quando acreditamos que tudo o que vemos em tela corresponde aos reais acontecimentos, descobrimos que fomos literalmente enganados pelos nossos sentidos. O que é uma das habilidades mais nefastas dos filmes de terror: manipular nossos sentimentos. Fazer crer no perigo real que ocorre, ali, na verdade, de mentirinha. E isso, em "Alta Tensão", é feito de tal maneira que, ao percebermos a grande farsa, ensaiada a olhos nus, percebemos todas as nuances dos movimentos de câmera que demonstravam, de maneira singela, a verdade por trás do roteiro. Isso se torna mais empolgante quando percebemos que todos os clichês utilizados estavam a serviço de um golpe fatal, não nos protagonistas, mas em nós, enquanto público voyeur.

Alexandre Aja demonstra rara habilidade em subverter nossas expectativas, construindo os caminhos para uma história mais do que batida e que, na menor das hipóteses, termina surpreendendo. Uma análise psicológica maior se faz necessário sobre as motivações de "Alta Tensão", mas, superficialmente deixamos a crença de que se trata de um filme sobre a perversão sexual, a doentia e a psicopatia, não aquela explícita, mas uma interior que, ao acender das luzes, assusta ainda mais.

O Cinema perde Robert Altman

Apesar da inevitabilidade da morte, este é um fato da vida que nunca vai deixar de nos surpreender. Deparei-me hoje com a notícia da morte de um dos grandes diretores e produtores do cinema moderno, Robert Altman. Assim, de repente. Com um simples "enter" do teclado ao acessar o caderno Ilustrada da Folha de São Paulo. Atitude tão, dita, cotidiana, acessar uma página de notícias, mas com um estranho e singelo significado, quando o fator "surpresa", assim, sem mais nem menos, nos dá um curioso baque.

A vida é essa. Rápida, dinâmica, muitas vezes, cruel. Admirador da obra de Altman, senti um grande pesar, especialmente, ao lembrar da visão cínica que Altman tinha do mundo com filmes diversos como "Assassinato em Gosford Park". Coincidência ou truque do destino, o mais recente filme de Altman, A Última Noite, trata da proximidade da morte. O longa-metragem que fala sobre um famoso programa de rádio norte-americano  utiliza-o como alegoria para mostrar o fim de uma era. 

Destaco esta passagem de um texto de Marcelo Janot sobre A Última Noite que pode ser lido na íntegra no www.criticos.com.br

"É o fim do programa, o fim do teatro, o fim de uma era. A morte está presente de diversas maneiras... Aos 81 anos e enfrentando problemas de saúde, Robert Altman sabe que a sua hora de sair de cena pode estar chegando. A julgar pelo que vemos em A Última Noite, o cineasta lida com sabedoria com o tema. O tom pra cima do filme e o dinamismo da ação parecem dizer que continuamos querendo escapar da morte, mas devemos aceitá-la e conviver com ela de uma forma natural (mesmo que ela seja encarnada pela sedutora Virginia Madsen), sem melancolia, lamentações e despedidas..."

Robert Altman. Um autor. E o cinema fica órfão de mais um dos seus gênios.

Hobbits órfãos de Peter Jackson

Se "O Hobbit", de J.R.R. Tolkien tiver que ver a luz do dia, não será sob a batuta de Peter Jackson. Essa notícia pegou muita gente, ansiosa por novas aventuras na Terra-Média, de surpresa. Visto que Jackson foi o artesão capaz de transformar o épico "O Senhor dos Anéis" num produto de sucesso crítico e comercial, além de ter resgatado o gênero fantasia, em baixa, antes da trilogia. "As Crônicas de Nárnia", chatinho, por sinal, e "Eragon", que deve estrear até o final desse ano (o trailler, pelo menos, é desanimador) só chegaram aos cinemas após a pavimentação feita por Frodo, Gandalf & Cia Ltda. Pois bem, um novo diretor terá que assumir a batuta a partir de agora. Lembrando que os estúdios New Line também pretendem lançar um prequel de O Senhor dos Anéis, com acontecimentos antes dessa história. Elfos, Hobbits e Anões estão em estado de alerta!!!

 

Pinguins desbancam 007
Quem esperava uma surra do agente James Bond nas bilheterias deste final de semana nos EUA e Canadá, escorregou no gelo. Os pinguins dançarinos da animação "Happy Feet" desbancaram "Cassino Royale", arrecadando 42 milhões de dólares, contra 40, do seu rival. Aliás, interessante como filmes com pinguins estão em alta, pois a graça de "Madagascar" eram os pinguins mafiosos. Sem contar o belo documentário francês, vencedor do Oscar, "A Marcha do Imperador". Já na Inglaterra, o novo Bond bateu recordes de faturamento. E sua cotação no Rotten Tomatoes continua em alta com 95% de confiabilidade: 140 críticas positivas, apenas 8 negativas. Na terceira posição vem o documentário-surpresa da temporada "Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América", chegando próximo da marca dos 100 milhões de dólares arrecadados.
Minha Super Ex-Namorada

Uma comédia romântica disfarçada de paródia aos filmes de super-heróis. Assim é o filme de Ivam Reitman, mais conhecido por produtos como "Ghostbusters". Aqui ele utiliza o talento multi-uso da atriz Uma Thurman, como a heroína G-Girl, e o cinismo do bom ator Luke Wilson para contar uma história de amor, ciúmes, revanche e mundo em perigo.

Quem gosta do modelo romântico de se fazer cinema, vai encontrar em "My Super Ex-Girlfriend" um exemplar mais ousado dessa vertente com cenas ululantes, como uma "transa em pleno vôo". O roteiro é mais ou menos isso: Wilson dá em cima de Uma Thurman. Depois ele descobre que ela é a G-Girl, que ganhou seus poderes após encostar a mão, ainda na adolescência num meteorito que tinha desabado, sabe-se lá de onde. O problema é que a garota possui uma personalidade forte, possessiva, quase amalucada, e fica mais pirada da cabeça quando recebe um inesperado "fora". Daí, ela transforma a vida de Luke Wilson numa coisinha bem desagradável. Reitman chega a filmar uma sequência onde G-Girl joga um tubarão no quarto do seu ex-namorado. Coisa de louco mesmo.

"Minha Super Ex-Namorada" ganha pontos, justamente, por dar fôlego a esse tipo de neurose, tornando a trama uma sessão vespertina bem interessante, que fica melhor ainda com a presença de Luke Wilson, um ator com cara de panaca, mas que rouba as melhores cenas. Uma Thuman, com sua presença cheia de volúpia, faz bem o tipo super-em-crise. Aliás, a atriz mostra versatilidade, após sua presença em "Kill Bill" (01 e 02) e em "Os Produtores". My Super Ex-Girlfriend acaba sendo um filme bem bobinho, mas que tem lá seus méritos, se você não tiver algo melhor para fazer. 

O Grande Truque

O diretor Chistopher Nolan dá prosseguimento a sua preferência de filmar protagonistas em crise com este O Grande Truque. Amnésia, Insônia e Batmam Begins, seus filmes anteriores, tinham essa característa com personagens sofrendo com a perda de memória, com problemas de consciência aliada a insônia e um trauma sofrido na infância refletindo nas atitudes da idade adulta.

Uma linha curiosa, mantida por aqui, não com um, mas com dois mágicos rivais, no final do século XIX, que após uma tragédia, passam o resto da vida tentando superar um ao outro. Christian Bale e Hugh Jackman dão vida a esses ilusionistas. Um, talentoso, mas sem tato com o público. O outro um showman, sem tanta eficiência criativa, mas com grande popularidade e capacidade de atrair multidões.

Um grande filme, que demonstra o que o humano é capaz de fazer em prol da ambição. Faço, ainda, uma leitura subliminar, onde Bale e Jackman representam a sanha dos Grandes Estúdios da América que apostam na ilusão das massas e no processo de reciclagem de técnicas para construir mais do mesmo.

Piratas do Caribe 2

Piratas, bucaneiros, corsários... Quem sabe dizer a diferença? A verdade é que a série Piratas do Caribe tornou-se um inesperado sucesso de público, entrando, inclusive, no seleto grupo de filmes que ultrapassaram a cota do bilhão de dólares em faturamento. Infelizmente, o sucesso de público de Piratas do Caribe 2 não corresponde no quesito qualidade. Se o primeiro era divertido, com cenas antológicas e uma atuação festejada de Johnny Deep como o capitão Jack Sparrow, essa sequência se limita a ser um espetáculo de correrias, nonsense, trama rocambolesca e um senso de ritmo no melhor estilo Bip-Bip, ultra-acelerado.

Vi Piratas 2 no cinema e lembro-me bem que achei a sessão tão cansativa que em certos momentos até cochilei. Claro que se você busca somente diversão, há de sobra. Apenas a trama perde espaço para a necessidade de se fazer um hit de sucesso para o público adolescente e esquece que uma história bem contada é bem mais interessante que esse show disparado de fogos de artifício.

Cassino Royale - O Trailler

Muita gente torceu o nariz quando escolheram o britânico Daniel Craig para encarnar o célebre espião 007, substituindo Pierce Brosnam. Fui um dos que compactuava com essa idéia. Ao meu ver, o ator Clive OWen (visto, recentemente, em O Plano Perfeito, de Spike Lee) era o ator ideal para viver James Bond, quem sabe, renovando e dando novo fôlego à franquia. Semana passada, conferi o trailler de Cassino Royale, e, para minha surpresa, achei dos mais interessantes.

Claro que um trailler é apenas um resumo dos melhores momentos, mas o pouco que vi mostrou um Daniel Craig seguro no papel dando um aspecto mais soturno ao personagem. Cassino Royale é uma refilmagem e mostra um James Bond em início de carreira.

Outra coisa que é importante destacar: o website Rotten Tomatoes, que faz a medição das críticas publicadas sobre filmes dá uma confiabilidade de 94% a Cassino Royale. De 36 textos publicados, apenas dois foram contrários ao longa-metragem. O filme deverá ser lançado no Brasil em meados do mês de dezembro. E a passagem para Natal já está confirmada!!!

Jogos Mortais 3

De filme comum, lançado na esteira dos filmes de terror escatológicos, a série Jogos Mortais aporta numa inusitada trilogia. E, fala-se, inclusive numa quarta edição da história do "vingador" Jigsaw. Suas intrincadas brincadeiras mortais, neste terceiro filme, mostram-se mais grotescas, com cenas em Close Up, possivelmente, para provocar aquela terrível sensação de estômago embrulhado. E não são poucas as mortes bizarras. Há uma sucessão de armadilhas com ácido e equipamentos dos mais nocivos aos frequentadores dos filmes de horror.

A luz, nesse caso, é pouco usada. Vemos poucas cenas em ambientes claros. Talvez para mostrar como o filme é sombrio. Certamente, por ser produto de baixíssimo orçamento e de cifras poderosas. A trama? Por incrível que pareça dá uma rasteira no cinéfilo mais incrédulo. É interessante e termina nos enganando. Coisa de quem faz cinema, desse naipe, com um certo ar de arrogância. Olha, somos baratos, mostramos cirurgias cranianas, vômitos e ossos destroçados, mas temos lá nossa quê de sapiência.

Claro que esse Jogos Mortais 3 não passa de diversão para sádicos que adoram ver entranhas humanas expostas. Confesso que não me entediei por completo, apesar de lá pelo meio do filme estar um pouco cansado de tantas maldades provocadas pelo vilão-pop Jigsaw e sua fiel escudeira Amanda.

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