LETRA E MÚSICA

 

Um filme de estrutura definida e pré-aprovada. Comédia romântica com Hugh Grant, personagens engraçados, historinha de começo, meio e fim, e muitas referências ao universo pop. Letra e Música é limitado, mas isso não é empecilho para ser considerado um belo longa-metragem.

 

Brincando com os Hits do passado, a trama apresenta Grant como Alex Fletcher, um pop-star das antigas, que sobrevive de apresentações para as fãs, conquistadas no auge da carreira. O clima “retro” do videoclip Pop (o nome da banda) dá uma sonoridade oitentista, meio glacê. Com estilo retrô-debochado. Sem contar o visual preponderantemente brega de Grant.

 

Music and Lyrics Movie Stills: Drew Barrymore, Hugh Grant, Brad Garrett, Marc Lawrence
Filme diverte ao mostrar a futilidade da Pop Music

 

Há um mote para se escrever Letra e Música. E, nesse caso, a narrativa se desenvolve quando uma diva moderna pede a Fletcher uma nova canção para lançar em dueto com ele, na estréia da turnê em Nova Iorque. Seria a chave para sair do ostracismo, caso Alex Fletcher fosse um bom letrista.

 

Enquanto ele patina entre não saber o que escrever e tentar qualquer coisa, surge Sophie Fisher (Drew Barrymore), garota esperta que passa a cuidar de suas plantas. Entre uma observação e outra, descobre-se que ela é uma letrista nata que pode ajudá-lo a compor a tal canção. Daí, o título, Letra e Música.

 

Quem for habituado com as comédias românticas, sabe o que acontece até o desfecho.

 

O interessante, nesse meio-termo, é que o filme dá um tapa velado na futilidade da Pop Art. Em Cora Corman (Haley Bennet), a cantora “da vez”, é possível encontrar resquícios de Britney, Christina, e de outros exemplos kistch da constelação musical. Em seqüência icônica, Cora impõe seu estilo, transformando a nova canção, de ritmo leve e pegada romântica, em exemplar grotesco de mistura de elementos místicos com simulações de orgasmo transcendental. 

 

Um momento relativamente bizarro, para um filme que promete entretenimento casual, sem muitas pretensões.

TREZE HOMENS E UM NOVO SEGREDO

 

As franquias vem mesmo tomando conta das salas de cinema. È quase uma praga, por assim dizer. Números recentes indicavam que Piratas do Caribe e Homem-Aranha, na época do estouro, tinham tomado mais de 50% das salas. Recentemente, Shrek Terceiro ajudou a incrementar esses índices. Parece até uma invasão que se fortalece, a partir de hoje, com o Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado e, a seguir, com o novo Harry Potter.

 

Ocean
Treze Homens e um Novo Segredo diverte sem muitas pretensões

 

Treze Homens e Um Novo Segredo, outra franchise lançada semana passada, também veio na pegada dos filmes de verão. Entretanto, leva certa vantagem sobre Piratas e Aranhas, não em questões orçamentárias, mas em diversão leve e boa praça. Ate o momento, dos produtos lançados esse ano é o mais divertido. Não é mais do que uma refeição requentada. Não traz fatos novos, muito menos tem ação inebriante. É apenas um exemplar simpático de filme de entretenimento que traz boa curtição escapista e nada mais.

 

A historia faz uso do fato de um dos componentes da trupe de Danny Ocean (George Clooney) ter sido passado para traz, o que lhe provocou problemas cardiacos, tamanha a surpresa. Clooney, Brad Pitt, Matt Damon e os demais intregrantes do novo Rat Pack se reúnem, portanto, em busca de vingança contra o ganancioso personagem vivido por Al Pacino.

 

Por cerca de duas horas, acompanhamos todas as estratégias para burlar um poderoso sistema de segurança. Trata-se de uma batalha entre a mente esperta do Rat Pack e o poderio financeiro de Pacino. Para dar um sabor de surpresa à receita, Clooney e Cia chamam um antigo desafeto (Andy Garcia, passado para trás em Onze Homens), que decide ajuda-los por mera vaidade e, claro, movido pelo sentimento de passar a perna no seu rival milionário.

 

Essa guerra de egos, milhões e detalhes arranca boas risadas do publico presente. Tanto pelo espírito de galhofa de um humor inteligente, como pelas referências pop que encharcam a narrativa.

 

Superior a Doze Homens e equiparado ao filme original, Treze Homens e um Novo Segredo exibe vitalidade e supera seus concorrentes, pois apesar de se passar num universo milionário de jogatinas, diamantes e cifras poderosas, não exibe a mesma megalomania das demais trilogias lançadas em 2007, lançadas até então. Gol também para a trilha sonora cool.

A FALTA DOS CLÁSSICOS...

 

Percorrendo as locadoras de Caicó é fácil perceber a estiagem na safra de filmes interessantes. Passando a vista pelos principais lançamentos é bastante difícil encontrar algo que realmente chame a atenção. Isso, claro, sob o ponto-de-vista de um cinéfilo que procura estar atualizado com o que há de novo.

 


A filmagem sob a perspectiva do cineasta Federico Fellini

 

Há momentos em que isso ocorre com mais freqüência. Geralmente, nessas épocas, quem gosta de conferir um bom filme recorre aos clássicos. Contudo, é tarefa digna de um agente 007 encontrar alguma boa produção de antigamente. São raros e, tendo em vista a política de mercado, ninguém investe nesse nicho.

 

Uma pena. Há muita coisa boa perdida que poderia ser vista ou, no caso, revista. Para os fãs dos clássicos, pelo menos em terras caicoenses, resta quebrar o cofrinho e comprar pela internet ou recorrer à TV por assinatura.

POR OUTRO LADO... 


Essa vem direto do Blog do Ricardo Calil. Enquanto o American Film Institute divulga a lista dos 100 melhores filmes, um vídeo mostra as SEIS PIORES CENAS DA HISTÓRIA DO CINEMA. Simplesmente Hilário!


“No YouTube, um hilário vídeo reúne as piores cenas da história do cinema em seis categorias: seqüência de morte, trabalho de dublê, reação de personagem, interpretação, diálogo desnecessário e efeitos especiais. “Shark attack 3″ tem o privilégio de ser o único ganhador em mais de uma categoria (as duas últimas)”


CONFIRA LISTA DOS CEM MELHORES FILMES DO AFI

O American Film Institute divulgou uma lista para comemorar os 10 anos da publicação da primeira relação de 100 melhores longas-metragens.

O filme "Cidadão Kane" (1941), do diretor Orson Welles, foi apontado mais uma vez pelos críticos como o melhor filme da história.

Confira a lista completa:

1. Cidadão Kane



2. O Poderoso Chefão
3. Casablanca
4. Touro Indomável
5. Cantando na Chuva
6. E o Vento Levou
7. Lawrence da Arábia
8. A Lista de Schindler
9. Um Corpo que Cai
10. O Mágico de Oz
11. Luzes da Cidade
12. Rastros de Ódio
13. Star Wars - Guerra nas Estrelas
14. Psicose
15. 2001: Uma Odisséia no Espaço
16. Crepúsculo dos Deuses
17. A Primeira Noite de um Homem
18. A General
19. Sindicato dos Ladrões
20. A Felicidade não se compra
21. Chinatown
22. Quanto mais quente melhor
23. As Vinhas da Ira
24. E.T. - O Extraterrestre
25. O Sol é para Todos
26. A Mulher Faz o Homem
27. Matar ou Morrer
28. A Malvada
29. Pacto de Sangue
30. Apocalypse Now
31. Relíquia macabra
32. O Poderoso Chefão II
33. Um Estranho no Ninho
34. Branca de Neve e os Sete Anões
35. Noivo Nervoso, Noiva Neurótica
36. A Ponte do Rio Kwai
37. Os Melhores Anos de Nossas Vidas
38. O Tesouro de Sierra Madre
39. Dr. Fantástico
40. A Noviça Rebelde
41. King Kong
42. Bonnie e Clyde - Uma Rajada de Balas
43. Perdidos na Noite
44. Núpcias de Escândalo
45. Os Brutos Também Amam
46. Aconteceu Naquela Noite
47. Uma Rua Chamada Pecado
48. Janela Indiscreta
49. Intolerância
50. O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel
51. Amor, Sublime Amor
52. Taxi Driver
53. O Franco-Atirador
54. M*A*S*H
55. Intriga Internacional
56. Tubarão
57. Rocky-Um lutador
58. Em Busca de Ouro
59. Nashville
60. Diabo a quatro
61. Contrastes Humanos
62. Loucuras de Verão
63. Cabaret
64. Rede de Intrigas
65. Uma Aventura na África
66. Os Caçadores da Arca Perdida
67. Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
68. Os Imperdoáveis
69. Tootsie
70. Laranja Mecânica
71. O Resgate do Soldado Ryan
72. Um Sonho de Liberdade
73. Butch Cassidy e Sundance Kid
74. O Silêncio dos Inocentes
75. No Calor da Noite
76. Forrest Gump - O contador de histórias
77. Todos os Homens do Presidente
78. Tempos Modernos
79. Meu Ódio Será Sua Herança
80. Se Meu Apartamento Falasse
81. Spartacus
82. Aurora
83. Titanic
84. Sem Destino
85. Uma Noite na Ópera
86. Platoon
87. Doze Homens e Uma Sentença
88. Levada da Breca
89. O Sexto Sentido
90. Ritmo Louco
91. A Escolha de Sofia
92. Os Bons Companheiros
93. Operação França
94. Pulp Fiction
95. A Última Sessão de Cinema
96. Faça a Coisa Certa
97. Blade Runner
98. A Canção da Vitória
99. Toy Story
100. Ben-Hur 
 

A GRANDE FAMÍLIA

 

Exemplo do típico humor brasileiro, A Grande Família, de seriado global, chega às telas do cinema. Um caminho, curiosamente, natural, já que Os Normais e Casseta e Planeta, outros produtos da Rede Globo, já aportaram no écran, entre outros casos mais antigos como as adaptações dos Trapalhões, Xuxa, e similares. Acaba sendo uma maneira de lucrar com o que o público médio já conhece.

 

 

A dúvida desse tipo de programa, para os admiradores de cinema e TV, é avaliar se artisticamente vale a pena fazer essa passagem da tela pequena para o celulóide e o que isso pode resultar de diferenciado para o grande público. Ou seja, o que há de ganho em termos de história? Pois, de outra forma, não haveria um “motivo” suficientemente forte para se fazer essa passagem.

 

O filme cria um problema relacionado à saúde de Lineu (Marco Nanini) e as conseqüências que isso poderá acarretar na sua família e se junta a isso a volta de um antigo admirador (Paulo Betti) da personagem de Marieta Severo, entre outras historietas que apenas dão carne para um pastel de vento. Por quase duas horas há uma certa enrolação até o clímax final. Em nenhum momento temos nossas expectativas quebradas. Da forma como a história começa, praticamente, termina. 

 

Ao final da sessão, é notório perceber que A Grande Família não exibe vitalidade narrativa para tal adaptação. Não falamos em termos quantitativos, já que o filme foi um dos grandes sucessos de público e deve, agora, suplementar isso no mercado de DVD.

 

Não se fala, portanto, da qualidade do programa, que tem suas peculiaridades e seu público cativo. O questionamento é feito sobre o que o programa tem a oferecer a mais, para justificar ida aos cinemas. Duplicando o tempo televisivo, A Grande Família funcionaria bem melhor como especial de fim de ano. O que, convenhamos, é o suficiente para a tela da TV.

FRANQUIAS DOMINAM BILHETERIAS IANQUES...

 

Os repetecos continuam fazendo a festa nas bilheterias ianques. Se semana passada, “Treze Homens e um Novo Segredo” havia conquistado a pole position, “Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado” dominaram as paradas com mais uma adaptação de filmes de super-heróis.

 

The Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer Movie Stills: Michael Chiklis, Jessica Alba, Ioan Gruffudd, Tim Story
Quarteto Fantástico enfrenta o Surfista Prateado: Poder das Franquias

 

O Top 10 conta ainda com “Piratas do Caribe no Fim do Mundo”, “Shrek Terceiro”, “ Homem-Aranha 3” e “O Albergue 2”, contabilizando 60% de seqüências entre os dez filmes mais vistos da semana naquele país.

 

NO BRASIL, SHREK TERCEIRO BATE RECORDES...

 

No Brasil, o ogro “Shrek” bateu o recorde de público de animações no país, levando 1,4 milhão de pessoas aos cinemas de sexta a domingo. Anteriormente esse posto pertencia a “A Era do Gelo 2” (2006) com a marca de um milhão de expectadores.

 

Shrek the Third Movie Stills: Mike Myers, Cameron Diaz, Eddie Murphy, Raman Hui, Chris Miller
Shrek Terceiro bate recorde de público das animações no Brasil

 

Franquias geralmente têm esse atrativo, por se tratarem de produtos já testados e aprovados pelo grande público. Como cinema é caro, muitas vezes, alguns preferem apostar no que já conhecem. Arriscar, realmente, não é a palavra de ordem. Por isso o excessivo número de sequências neste meio de ano. Lembrando que "Harry Potter e a Ordem de Fênix" estréia em julho. Vem aí, mais do mesmo...

...DEJA VU...

 

Um caso típico de idéia genial burlada pelas limitações impostas pelos estúdios. Deja Vu, que tem direção de Tony Scott, produção de Jerry Bruckeheimer (da franquia Piratas do Caribe) e elenco encabeçado por Denzel Washington, tinha tudo para ser um passatempo superior ao usual. Outrossim, sua falta de ousadia contribui ironicamente para a velha sensação de deja vu dos filmes de ação de Hollywood.

 

Deja Vu Movie Stills: Denzel Washington, Jim Caviezel, Adam Goldberg, Tony Scott
Sensação de Deja Vu é retratada no cinema

 

As primeiras cenas são previsíveis. Tony Scott edita seqüências familiares com um sentimento extremo de perigo. Não demora tanto tempo para descobrirmos que algo de muito ruim está prestes a acontecer. E é a partir desse fato que conhecemos o personagem de Denzel Washington, investigador que chama a atenção pelo seu instinto detalhista. Convidado para conhecer um novo equipamento que vê o passado em tempo real (!), ele entra para uma equipe do serviço secreto para ajudar na resolução da tragédia do início do filme.

 

Sim, Deja Vu se torna a mixagem de uma trama policial com lances de ficção científica. Aliás, com bastante eficiência. Na medida em que conhecemos os detalhes da história, o filme vai se tornando cada vez mais envolvente. A idéia de procurar no passado as pistas para a solução de um mistério é intrigante, ainda mais porque, segundo as regras citadas, é impossível reverter o que já aconteceu.

 

Quando Washington descobre que o assassinato de uma mulher pode ser a chave para a solução do desastre, Deja Vu abre as cortinas para um espetáculo de tensão. Os investigadores não podem interferir, pois uma intervenção pode alterar a linha temporal e mudar os rumos da investigação. É válido o sacrifício?

 

O filme fica então na dúvida entre a subversão das regras e a aceitação do público-médio. Opta pelo meio-termo. Poderia ser bem mais atrevido.

ASSOMBRAÇÃO E O REMORSO DO CINEMA ORIENTAL

 

Culpa é um sentimento intimamente ligado às produções de terror. Essa percepção se fortalece ainda mais com os filmes vindos do oriente, onde culpa e purgação são temas recorrentes daquela cinematografia. Ou “O Chamado”, “O Grito” e “Água Negra” não são, essencialmente, filmes de pessoas abandonadas submersas em traumas alheios?

 


Um mundo criado segundo os traumas da escritora

 

Este “Assombração” dos diretores gêmeos Pang Brothers expõe bem essa teoria. No filme somos apresentados a uma escritora (Angelica Lee) que não consegue dar continuidade a sua mais nova obra. Seu best-seller anterior (um romance) lhe proporcionou pressão suficiente por parte do público, até por revelar que os fatos narrados no livro eram de cunho estritamente pessoal. O retorno de um antigo affair serve para completar o clima de neurose vivenciado, naquele momento, pela personagem.

 

Aos poucos, sussurros, vultos e a aspiração lúgubre de sua nova obra passam a misturar realidade e imaginação num mesmo plano. O recurso da metalinguagem permite que os seus escritos saiam, aos poucos, do papel, como se aquela história estivesse ganhando vida enquanto era escrita. A dúvida da escritora é: absorver-se da trama ou abandona-la? Pelo ponto de vista de Angelica Lee é possível acreditar na veracidade daqueles fatos e, ao mesmo tempo, discordar de sua lucidez. E é essa confusão que torna “Assombração” uma trama psicologicamente mórbida.

 

Ao passo em que a personagem aceita enfrentar a interiorização dos seus medos, conhecemos suas particularidades. Ao adentrar num mundo estranho, psicótico, temos a impressão de que tudo parece desmoronar. E, literalmente, é isso que acontece. Os Pang Brothers abordam vários cenários onde a morte requer algum significado. E, naquele mundo, de onde a escritora consegue extrair vida, descobrimos o real sentido dos seus pesadelos: o remorso recôndito que atormenta sua alma.

 

Com seu teor fantasmagórico-traumático, “Assombração” torna-se um bom exemplo de filme intimista. Há o medo, representado por criaturas estranhas e essa já citada sensação de culpa. Os Pang Brothers aproveitam para criar um visual estiloso que, algumas vezes impressiona, em outras demonstra artificialidade. Contudo por se configurar enquanto “sonho”, atende às expectativas do longa-metragem, de um tempo passado.

JUNHO DE BONS LANÇAMENTOS NAS LOCADORAS

O mês começa positivo para quem curte cinema em casa. Na lista dos filmes lançados neste mês junino há vários exemplos de bom entretenimento, candidatos ao Oscar e Win Wenders!

"Mais Estranho do Que a Ficção" promete agradar aos fãs do cinema da metalinguagem, com a história de um auditor (Will Ferrel) que passa a ouvir vozes até, aparentemente, descobrir que ele é o personagem de um livro que está sendo escrito. Já "Pecados Íntimos" promove uma viagem sobre a insignificância da vida nos moldes de "Beleza Americana", do premiado diretor Sam Mendes.

Little Children Movie Stills: Kate Winslet, Patrick Wilson, Gregg Edelman, Todd Field
Kate Winslet disseca a insignificância da vida em Pecados Íntimos

"Antônia" que não emplacou nos cinemas nacionais chega agora ao mercado de vídeo prometendo superação. Há também o lançamento do Romance Pop "Letra e Música" com Hugh Grant e Drew Barrymore. No quesito comédia escrachada, o repórter "Borat" promete destruir o cinema politicamente correto com tiradas absurdas e de um mau-gosto intergaláctico. Detalhe: hilário!

Mel Gibson volta aos temas sangrento-polêmicos com "Apocalypto". E o mês de junho ainda é palco para os dramas "A Rainha" e "O Último Rei da Escócia", além do musical "Dreamgirls" e do festejado diretor alemão Win Wenders com "Paris, Texas", filme de meados da década de 80.

A Scanner Darkly Movie Stills: Keanu Reeves, Robert Downey, Woody Harrelson, Richard Linklater
O Homem-Duplo utiliza a técnica de renderização de Waking Life

Sem esquecer da nova empreitada de Richard Linklater com o lançamento de “O Homem Duplo”, que aproveita a técnica de renderização do filosófico “Waking Life – Despertando para a Vida”.

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